
Vamos discutir, comentar e participar de assuntos referente a Propriedade Intelectual: Estratégias de proteção de marcas, avaliação de marcas, patentes, desenho industrial, softwares, direito autoral, transferência de tecnologia, dominios e diagnósticos para situação da empresa na área. Mais informações www.pap.com.br
segunda-feira, 26 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Sempre Coca-Cola
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Feira do Empreendedor
Realizamos o atendimento de mais de 500 novos empreendedores o que mostra o interesse das pessoas no mais importante intangível de uma empresa, A MARCA!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Marcas
O que é uma marca?
Pode-se dizer que é a união de atributos tangíveis e intangíveis, simbolizados num logotipo, gerenciados de forma adequada para criar influência e gerar valor.
Como avaliar uma marca?
Isso requer uma metodologia integrada para soluções diferenciadas e desejadas para negociação. Cada vez mais as marcas assumem uma posição de destaque nos ativos estratégicos das organizações e na gestão de empresas. Na economia globalizada, a empresa sólida é aquela que possui uma marca forte e a competência necessária para geri-la. Portanto, a marca de uma empresa é o único fator de diferenciação entre seu produto e o do concorrente. Para isso, tornam-se necessários o desenvolvimento e a articulação de um vocabulário comum.
Diante da multiplicidade de conceitos e modelos de avaliação é preciso juntar abordagens acadêmicas e empresariais correntes. Com o grande número de fusões e aquisições no mercado atual, cresce também a necessidade de uma metodologia em avaliação de marcas. Como isso ainda é novo, não existe uma cultura ou métodos estabelecidos. Então como fazer esta avaliação? O escritório de Propriedade Intelectual Paulo Afonso Pereira (PAP) criou uma metodologia que comprova metricamente esses valores, baseados em elementos tangíveis, como maquinários, equipamentos tangíveis, imóveis, finanças; e intangíveis, relacionados com marcas, patentes, softwares, tecnologia e inovação.
Entre os objetivos de se avaliar uma marca estão: estabelecer sua eficiência junto ao consumidor, identificar hábitos e atitudes, medir riscos e oportunidades, entender as tendências e avaliar o impacto sobre o preço, além de medir a eficiência a qualidade dos investimentos em propaganda e comunicação. Porém, acima de tudo está o de aumentar o valor patrimonial da empresa, valorizar os ativos na formação de preço de venda do empreendimento e gerar instrumentos de negociação.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Ranking das Marcas mais valiosas do mundo. TOP 50
Fonte:
http://www.mundodomarketing.com.br/5,13930,google-e-a-marca-mais-valiosa-do-mundo-segundo-ranking-brandz.html
O Viagra e a lei Brasileira
O Viagra e a lei brasileira, por Paulo Afonso Pereira
A partir de 1996, a Lei de Propriedade Intelectual possibilitou que as pipelines (encadeamento de patentes expedidas no Exterior) fossem reconhecidas no Brasil. A recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que deu ganho de causa ao INPI e à União contra a Pfizer e a Interfarma no caso Viagra comprova a eficiência dessa lei. Ela coloca o Brasil entre os países com legislação mais moderna e eficiente e mostra sua soberania nas deliberações, sem desrespeitar os acordos internacionais. Trata-se de um ganho para o povo brasileiro.
O STJ decidiu pelo que já era lei e que as empresas interessadas pretendiam alterar via judicial. Isso quer dizer que o artigo 230 da Lei da Propriedade Industrial é válido, ou seja, as patentes registradas em outros países, mas não no Brasil, poderiam ser depositadas aqui, com a garantia de que o prazo de validade delas ficaria atrelado ao prazo de validade do país de origem. Enfim, se a patente tivesse ainda seis anos de vida útil no país de origem, este prazo seria válido também no Brasil.
O motor propulsor da ação foi resguardar os interesses das indústrias que produzem genéricos e podem utilizar o contido nas patentes expiradas sem qualquer obrigação, como ocorre em todo o mundo. A criação da nova lei de propriedade industrial na década de 1990 se deu principalmente porque o Brasil não concedia patentes farmacêuticas e os laboratórios simplesmente produziam sem ter a contrapartida de pagamento de royalties. O sistema de propriedade industrial no mundo todo visa justamente proteger a criação inédita e a inovação. Dessa forma, permite que investimentos feitos tenham retorno e retroalimentem o sistema produtivo.
É evidente que, para desenvolver novos medicamentos, são necessários anos de investimentos e gastos elevadíssimos com pesquisa e estudo. Custo nem sempre acessível aos laboratórios farmacêuticos nacionais, que optam por monitorar os bancos de patentes para verificar quais drogas terão suas patentes expiradas para investir na produção de genéricos. No entanto, é preciso estar ciente de que a receita gerada pelo direito de exclusividade de exploração econômica de um fármaco por 20 anos, quando a patente é obtida, compensa e supera em muito os investimentos. Assim, entendemos que as empresas brasileiras não devem se acomodar nesta situação de espera, mas precisam também investir na busca de fórmulas originais e inéditas. Só com tecnologia própria poderão competir com o que vem de fora e que está protegido por patentes, o Viagra não é tudo.
Paulo Afonso comenta caso Viagra
Viagra genérico
A decisão do STJ que deu ganho de causa ao INPI e à União, através do Progenéricos, contra a Pfizer e Interfarma, no caso do Viagra, comprova que o Brasil tem uma legislação moderna e eficiente e que é soberano em suas deliberações, sem desrespeitar os acordos internacionais. Quem diz é Paulo Afonso Pereira, especialista em Propriedade Intelectual e ex-presidente do INPI.














